sábado, 31 de janeiro de 2009

Adeus






A alegria
bateu-lhe com a porta.
Um som surdo
um tiro opaco
látego de chicote
ziguezagueante.
Deixou cair a lágrima
amarela
envelhecida.
Voltou as costas
e entorpecida
seguiu.


Margarida Piloto Garcia



4 comentários:

Anónimo disse...

Este adeus é duma tristeza que mos arrasta.A alma fica vazia
vmnc

Clube dos Pensadores disse...

Um blogue bem estruturado e muito interessante .Parabéns

Agradeço o destaque dado ao clube dos pensadores

Joaquim Jorge

Susana Ferreira disse...

que poema triste,porque é que se há-de dizer adeus,e lágrimas amarelas só mesmo em poema porque nunca vi.

Zezé disse...

É uma dor que não tem fim...

* Obrigada pela visita
bj